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Coliseu “Pintado” de Vermelho em Homenagem aos Mártires Cristãos


Portugal, Itália, Síria e Iraque vão estar ligados numa grande iniciativa internacional da Ajuda à Igreja que Sofre em que alguns monumentos vão ser “pintados” da cor do sangue para se lembrar ao mundo a questão da liberdade religiosa e, muito concretamente, a perseguição aos cristãos.


“Combater a indiferença” é, pois, um dos principais objectivos desta jornada de oração e de sensibilização, agendada para sábado, dia 24 de Fevereiro, e que vai unir, “pintando” de vermelho, a cor do sangue, o Santuário do Cristo Rei, em Almada, o Coliseu de Roma – um dos primeiros símbolos da perseguição aos Cristãos –, assim como a catedral maronita de Santo Elias, em Alepo, na Síria, e a igreja de São Paulo, em Mossul, no Iraque, dois dos países em que, nos tempos actuais, a violência religiosa mais se tem acentuado.



“O objectivo desta iniciativa – afirmou Alessandro Monteduro, director do secretariado italiano da Ajuda à Igreja que Sofre – é romper com a indiferença, sobretudo entre a comunidade internacional, e garantir que, após o dia 24 de Fevereiro, ninguém possa continuar a ignorar a questão da perseguição aos cristãos.”


Esta não é a primeira vez que esta Fundação decide “pintar de vermelho” edifícios marcantes nas respectivas cidades para despertar nas pessoas o interesse por esta questão, mobilizando-as em favor dos cristãos e das comunidades religiosas perseguidas no mundo.


Em 22 de Novembro do ano passado, por exemplo, o Parlamento e a Catedral de Westminster, em Londres, assim como igrejas, catedrais e escolas britânicas foram iluminadas de vermelho no âmbito da iniciativa denominada “Red Wednesday”.



Por que se trata de um evento excepcional, a Ajuda à Igreja que Sofre convidou ainda para estarem presentes na capital italiana e darem o seu testemunho pessoal do que significa a perseguição religiosa nos seus países, Ashiq Masih e Eisham Ashiq, respectivamente, marido e uma das filhas de Ásia Bibi, a cristã paquistanesa que foi condenada à morte em 2009 por ter bebido um copo de água de um poço.


Acusada falsamente de blasfémia, Asia Bibi ainda hoje está na prisão e só um último recurso pendente na Justiça a poderá livrar da forca. Não menos dramática é a história de Rebecca Bitrus, a mulher nigeriana que foi capturada e mantida refém durante dois anos pelo grupo terrorista islâmico Boko Haram.


Durante esse período, Rebecca foi escravizada e violentada, tendo inclusivamente engravidado de um dos seus captores. O seu testemunho será seguramente um dos momentos mais significativos desta jornada de oração.


Da mesma forma, também em Mossul – que foi considerada como “a capital” do auto-proclamado “Estado Islâmico”, no Iraque; e em Alepo, classificada como a cidade mártir na guerra civil da Síria – guerra que, infelizmente, ainda não terminou –, haverá lugar para testemunhos, momentos de oração e comunhão espiritual.


Em Portugal, a Ajuda à Igreja que Sofre vai também associar-se a esta iniciativa, “pintando” de vermelho o Santuário Nacional do Cristo Rei, em Almada, reeditando-se assim o gesto realizado em Novembro de 2016, por altura da apresentação em Portugal do Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, que mobilizou então largas dezenas de pessoas. Esta será uma forma de se lembrar também no nosso país o drama imenso da perseguição religiosa no mundo.


Motivos de Oração:

  • Ore pelos cristãos perseguidos no mundo.

  • Ore para que mais pessoas se unam em oração e apoio aos nossos irmãos perseguidos.

  • Ore para que outras missões sejam levantadas para apoiar e oferecer suporte aos nossos irmãos perseguidos.

Fonte: Ajuda à Igreja que Sofre


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